terça-feira, 21 de janeiro de 2014

TROIA

Troia de hoje



Por: Joversi Ferreira (Pastor Comunidade Bastita Videira )












❝O Cavalo de Troia foi um grande cavalo de madeira usado pelos gregos durante a Guerra 
de Troia, como um estratagema decisivo para a conquista da cidade fortificada de Troia.

Mas, também significa um tipo de vírus de computador.


Apesar das duas referências serem 'negativas', quero usar a expressão de uma forma positiva.
Durante anos, as igrejas evangélicas foram invadidas por todo tipo de heresias, modismos, crendices e músicas 'góshpeu' e pentecostolices. E a maior parte do povo ficou calado.

Queridos, é tempo de RESSURGÊNCIA DA SÃ DOUTRINA nas igrejas cristãs, bíblicas e evangélicas! Esse é o caminho a ser pavimentado para um verdadeiro avivamento: o retorno às doutrinas resgatadas na Reforma, um retorno às 5 Solas (Scriptura, Fide, Gratia, Christus e Deo Gloria).

Há um clamor em diversas denominações para que deixem as mazelas de lado e VOLTEMOS AO EVANGELHO!
'O que o Cavalo de Troia tem a ver com isso?'
TUDO! É hora de 'plantar' em cada igreja local um Cavalo de Troia da sã doutrina, de retorno às doutrinas da Reforma, de Ressurgência bíblica!
Promova a leitura bíblica, o devocional diário, o estudo de bons livros teológicos e a leitura de bons autores comprometidos com a Palavra. Ao invés de eventos vazios e centrados no homem, promova conferências e encontros teológicos. Faça uma revisão das músicas cantadas em sua igreja e não tenha receio de apagar do repertório aquelas que não glorificam a Deus, Seus atributos e Sua Graça, que falam da glória do Evangelho.

IRMÃOS, sejam Cavalos de Troia da Ressurgência!❞






2 comentários:

Unknown disse...

Devemos, como o pastor Joversi escreveu, tirarmos o que não edifica, o que não nos faz crescer espiritualmente de nossas vidas e assim estaremos tirando o cavalo de Troia das nossa Igrejas.

joão tiago miranda dos santos disse...

Já comecei a fazer a minha parte, Joe. Nestas férias li 'O Obstinado Mr. O', o fundador da Apec (CEF Internacional). Este homem rompeu com a sua denominação porque esta pregava a salvação pelas obras e os dogmas de seu grupo (Igreja dos Irmãos), isso em fins do século XIX. Ele era atormentado pela incerteza da sua salvação, porque sua igreja se preocupava mais com preceitos e regras proibitivas e restritivas, tipo: para permanecer salvo, os homens tinham que usar barba sem apará-las, - conforme o VT- paletós e as mulheres tinham que usar gorros- nem, pensar em chapéus, do contrário seriam desligados da comunidade e declarados como hereges, apóstatas. A salvação pela graça era inconcebível, e Mr. O (Jesse Irvin Overholtzer)sofria o eterno dilema de ter que lutar com suas próprias forças para ser bom diante de um Deus Santo inalcançável. Encontrou nos escritos da 'Vida de Moody' aquilo que precisava e ansiava: Era pela fé, e não por obras que alguém era salvo; e mais, a Vida vitoriosa também era pela graça de Cristo... verdades transformadoras que o levaram então a outra posterior revelação: o de que até uma criança poderia crer e permanecer firme na fé!O restante de sua história, bem como todo o que envolveu sua vida ministerial encontra-se nesta obra, simples, mas encantadora, escrita por Norman Rohner e publicada pela APEC. Posso emprestar- com severas recomendações- pois é o único exemplar, que eu saiba,aqui.